quinta-feira, 8 de abril de 2010

Lamento e desilusão!

Desiludis-te me mais do que qualquer pessoa á face desta Terra. Nunca pensei que te tornas-te assim. Eu dei-te a mão e tu destruis-te toda a amizade que havia entre nós Raquel, é pena que uma das minhas melhores amigas tenha o mesmo nome que tu. Tu podes ter uma doença mas isso não invalida aquilo que tu me fizes-te a mim. Eu ia destruindo a minha amizade com o resto da turma por causa de ti. Elas são espectaculares, mas tu, tu, oh Deus, nunca pensei, tenho pena que hajam pessoas como tu. E pronto exprimi aquilo que me vinha na alma mais uma vez em relação a ti. Só queria que fosses embora da minha vida e da vida de todos os que me rodeiam. Tenho muita pena, já tinha exprimido no meu diário sobre ti. Mas apetece-me fazê-lo agora. Tu não tens ninguém. Tu destruis-te a tua vida á custa das tuas mentiras. Ninguém gosta de pessoas assim. Eu estive sempre aqui para ti e tu. Não chega, não vou falar mais de ti, pessoas como tu não vale a pena. Lamento.

A vida e as pessoas

Não podemos destruir a distância do amor, devemos destruir palavras de ódio, mágoa ou dor, não podemos perder a guerra sem que primeiro tenhamos tentado fazer frente ao inimigo, não podemos matar por matar, não nos podemos defender sem atacar, não devemos olhar a meios para atingir os nossos fins, não podemos passar á frente de ninguém sem que isso esteja correcto, não podemos limpar as lágrimas sem que corram pelas faces, não podemos viver sem morrer um dia, não podemos desperdiçar cada minuto das nossas vidas a pensar no que poderiamos ter feito, o tempo não muda, as coisas já estão feitas, algumas pessoas infelizmente já foram, outras ainda cá ficaram e já deveriam ter ido há muito tempo, enfim, perdemos horas a pensar em vez de fazer, perdemos horas a mandar em vez de fazer, não conseguimos ser patrões sem ter sido trabalhadores primeiro pois não saberemos ensinar se não tivermos sido ensinados, enfim, a vida é uma constante, com prencípio, meio e fim, e se não for justa não dará sabor a quem cá vive, a quem já foi e a quem virá!