sábado, 3 de dezembro de 2011

Seja depressa, seja devagar

Continuo a escrever,
sem saber o que dizer,
mas sei que me quero expressar,
seja depressa, seja devagar,
o que eu quero é sentir,
é me fazer ouvir e ouvir o mundo,
o que eu quero é voar,
é não sentir os pés no chão,
o que eu quero é magia,
o que eu quero é amar,
e um dia quem sabe poder beijar,
viver a vida como eu vivo,
não é para todos acreditem no que eu digo,
porque a maneira como a vivi e vivo,
é única, e há sempre coisas novas a acontecer,
o que parecia inconstante,
passou a ser constante,
uma rotina,
um início,
um princípio,
e um fim,
um ciclo,
uma vida recheada de coisas boas,
mas claro como todos já tive coisas más,
mas aprendi a viver com elas e segui em frente,
encontrei o meu caminho e sinceramente,
não poderia estar mais feliz,
que toda a tristeza se vá,
e se alguma vier que vá para longe,
porque perto estou,
e não quero a tristeza perto de mim,
quero-a longe de mim e das minhas lágrimas,
porque chorar não vale a pena,
temos é de sorrir para vida,
só assim é que a vida sorri para ti,
e olhar para o futuro,
e ter esperança, muita esperança,
e recordar as boas lembranças que a vida nos dá,
e olhar o futuro com a alegria de viver,
e agradecer a Deus por ter tido oportunidade de sentir o que nunca ninguém sentiu,
e esperar sentir o que ainda não senti,
e agradecer a amizade,
que esperar encontrar plena felicidade,
a minha cara-metade,
e continuar a ser eu mesma de cabeça levantada e a sorrir para a vida,
a vida é uma dádiva,
amar é um privilégio,
a amizade é magia,
mas no meu caso é pura realidade!

Porque não vêem as palavras?


Porque não vêem as palavras, será por tão raras elas serem?
Porque não vêem as palavras, será por se perderem no caminho da vida?
Porque não vêem as palavras, será por a inspiração não vir até mim?
Porque não vêem as palavras, será por elas não me olharem de frente?
Porque não vêem as palavras, será por não escrever ultimamente de noite, ou ao luar?
Porque não vêem as palavras, será por ainda não lhes ter revelado o verdadeiro amor?
Porque não vêem as palavras, será por ainda não lhes ter revelado o significado do verbo amar?
Porque não vêem as palavras, será por tão belas elas serem, ou de tão tristes serem?
Porque não vêem as palavras, será por causa da música?
Porque não vêem as palavras, será por causa destas interrogações?
Porque não vêem as palavras, será por causa do mundo como está?
Porque não vêem as palavras, será por falta de motivação?
Porque não vêem as palavras, será por falta de imaginação?
Porque não vêem as palavras, será por as palavras estarem quase todas neste poema em negação?