I know who you are
I know who I am
I know the war never end
And I try to belive in the world in peace
I try didn´t cry
because I look for the sky
and I say goodbye
with a smile
because I know you are correct
and I am wrong
I don´t belive in this game
but I belive in this song
And this a game where you win
and I lost
It´s a game I never played
It´s a game I don´t know the rulles
It´s a game that´s impossible don´t cry
It´s a game that´s impossible don´t lie
It´s a game that´s possible don´t say the truth
and it´s a game that´s impossible don´t play
because the love who I transmit for you
not is the same who you transmit for me
and I know your name
I know your age
I know when you are lie
but I never will cry
because I know I have to smile.
Nota: canção escrita aos 18 anos
Simplesmente os meus pensamentos e sentimentos, gostos e artigos interessantes, coisas actuais ou passadas mas todas elas com um significado, todas as palavras têm uma mensagem, mesmo que não seja directamente para alguém, assim me apresento, escrever poesia é das coisas que mais gosto de fazer, textos em prosa também mas menos, sobretudo o motivo e a inspiração, são no fundo os dois grandes motivos para eu escrever, mais do que arte a poesia é para mim uma paixão!
sábado, 8 de maio de 2010
Folhas secas

Folhas secas
secas folhas são
aquelas que vejo agora cair no chão
Folhas secas
são aquelas que vejo agora na minha mão
Folhas secas
são soltas desfeita
rasgadas deitadas ao chão
mas apanhadas com a minha mão
não as deixarem fugir
não as destruirem ainda mais que aquilo que estão
são simples folhas secas
secas folhas são
e as guardo com ternura dentro da minha mão
e com paixão
porque tu és a luz dos meus olhos
quando te vejo
és o reflexo do meu olhar
és o meu guia
e te guardando
não as destruirei
as folhas secas são
o meu guia
o meu segredo
o meu orgulho
o meu minuto de silêncio
o meu mundo
quando olho para elas
são a minha inspiração
folhas secas que levo entre as minhas mãos
e com amor para dar e receber com o coração.
fingir que está tudo bem
fingir que está tudo bem: o corpo rasgado e vestido
com roupa passada a ferro, rastos de chamas dentro
do corpo, gritos desesperados sob as conversas: fingir
que está tudo bem: olhas-me e só tu sabes: na rua onde
os nossos olhares se encontram é noite: as pessoas
não imaginam: são tão ridículas as pessoas, tão
desprezíveis: as pessoas falam e não imaginam: nós
olhamo-nos: fingir que está tudo bem: o sangue a ferver
sob a pele igual aos dias antes de tudo, tempestades de
medo nos lábios a sorrir: será que vou morrer?, pergunto
dentro de mim: será que vou morrer? olhas-me e só tu sabes:
ferros em brasa, fogo, silêncio e chuva que não se pode dizer:
amor e morte: fingir que está tudo bem: ter de sorrir: um
oceano que nos queima, um incêndio que nos afoga.
José Luís Peixoto
com roupa passada a ferro, rastos de chamas dentro
do corpo, gritos desesperados sob as conversas: fingir
que está tudo bem: olhas-me e só tu sabes: na rua onde
os nossos olhares se encontram é noite: as pessoas
não imaginam: são tão ridículas as pessoas, tão
desprezíveis: as pessoas falam e não imaginam: nós
olhamo-nos: fingir que está tudo bem: o sangue a ferver
sob a pele igual aos dias antes de tudo, tempestades de
medo nos lábios a sorrir: será que vou morrer?, pergunto
dentro de mim: será que vou morrer? olhas-me e só tu sabes:
ferros em brasa, fogo, silêncio e chuva que não se pode dizer:
amor e morte: fingir que está tudo bem: ter de sorrir: um
oceano que nos queima, um incêndio que nos afoga.
José Luís Peixoto
o tempo, subitamente solto
o tempo, subitamente solto pelas ruas e pelos dias,
como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,
mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar,
que eu amava quando imaginava que amava. era a tua
a tua voz que dizia as palavras da vida. era o teu rosto.
era a tua pele. antes de te conhecer, existias nas árvores
e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
José Luís Peixoto
como a onda de uma tempestade a arrastar o mundo,
mostra-me o quanto te amei antes de te conhecer.
eram os teus olhos, labirintos de água, terra, fogo, ar,
que eu amava quando imaginava que amava. era a tua
a tua voz que dizia as palavras da vida. era o teu rosto.
era a tua pele. antes de te conhecer, existias nas árvores
e nos montes e nas nuvens que olhava ao fim da tarde.
muito longe de mim, dentro de mim, eras tu a claridade.
José Luís Peixoto
Subscrever:
Mensagens (Atom)









