sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ninguém nasce perfeito

Ninguém nasce perfeito, todos nós temos o nosso lado negativo, temos de aceitar as diferenças, e perdoar, para que só assim possamos progredir no futuro que há-de vir.
Temos culturas diferentes, somos de países diferentes, temos cor de pele diferente, mas todos somos seres Humanos, raça é só uma a raça humana.
Devemos lutar pelos nossos direitos, devemos ser tolerantes, honestos, sinceros, praticar atos bons, devemos ser como os animais quando protegem as suas crias, devemos ser amigáveis e não mostrar ódio, devemos ser sensíveis a certas questões, devemos ajudar o próximo sem pedir nada em troca, devemos ouvir Deus e dar o melhor de nós, devemos compreender o quanto é importante viver e dar valor há vida, devemos ser nós a garantir a nossa dignidade e a dos outros, não devemos permitir atos cruéis, não devemos cair e não nos conseguirmos levantar, devemos sim enfrentar o olhar dos outros e todas as consequências e seguir em frente, e acima de tudo devemos amar e abraçar o mundo, como o mundo nos abraçou quando aqui quis que nós cá estivessemos e cá estamos graças a Deus, para ver esta maravilha que Deus nos deu, a bela paisagem, o belo presente, o amor que tem muitas formas e acima de tudo a Vida que é aquilo que demais precioso temos, a vida humana e animal que juntas fazem do mundo um melhor mundo, temos de acreditar que sim, que ninguém nasce perfeito, mas que um dia todos nós teremos a Paz plena, sem guerra ou ódio, sem guerras santas, sem mísseis, sem cessar fogo, enfim sem bombas, sem homens ou mulheres bomba, enfim sem tudo aquilo que existe de mal no mundo a morte, que já sabemos que existe mas nunca sabemos quando acontece, por isso devemos preservar a Vida e tentarmos ser feliz!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Não tenho escrito

Não tenho escrito. As palavras não têm saído. Não tem também havido tempo. É hoje tempo de dedicar hà minha escrita e entregar-me a estas palavras que têm sabor a amizade e a felicidade, posso ainda não ter encontrado o amor mas encontrei a amizade que sempre tive consciência de a ter mas hoje sei que é mais fácil quando todos há minha volta estão bem, para eu assim também poder estar bem....
Sou como sou. Quero ter asas para voar. Não quero cair mais. Já caí de mais, já perdi demais. Já chorei demais... Todas estas palavras são amarguradas, mas têm sabor de vitória, de conquista alcançada, de passo devagar dado, de silêncio acordado, de janelas abertas, de portas abertas, de olhos postos no caminho para o futuro, que não sabendo qual é, apenas sei que vou guardar para sempre o presente que alegremente me mostra o quão bom é viver, o quão bom é sorrir, o quão bom é abraçar, só falta saber o que é beijar, mas isso é outra forma de amar que não tenho pressa que ela chegue, só quero estar bem com a vida, comigo e com os meus, principalmente aqueles com quem eu encontrei neles a amizade e até hoje nunca se perdeu, assim como a escrita que se encontra no seu caminho, e faço a ponte ao que de início disso, escrevi hoje, mas ultimamente não tenho escrito.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Silenciosas palavras


Silenciosas palavras fazem-me recordar os velhos tempos de inspiração. O caminho que fazemos faz parte de nós, assim como nós fazemos parte do caminho. Tudo o que somos, parte do mundo. A minha história é real, as minhas aventuras são reais, os passos que dou são pequeninos, mas que um dia há-de se fazer um ninho. Acordei e pensei como é bom viver, olhar o mundo e perder-me por entre as palavras. Assim escrevo como que a retratar a vida em momentos de alegria mas alguns de tristeza. O passado vai estar sempre presente nas minhas palavras apesar de a tempestade ter passado, o presente ainda cá está e vai se moldando aqui e ali uma pontinha de sucesso. Aqui e ali vai-se fazendo a arte. Aqui e ali a poesia vai-se construindo. Aqui e ali o poder da amizade vai crescendo. Aqui e ali o sabor das palavras vai-se bebendo. Aqui e ali termino por hoje a minha passagem pela escrita que vai fluindo, fluindo até ter fim, que hoje acaba esse fim, hoje as palavras acabam como começam silenciosas.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Chuva, chuva que paira no ar

Chuva, chuva que paira no ar
trovoada que quando o tempo escurece
é capaz de meter por vezes até medo ou impressão
é um espectáculo de luzes e som
é como que um poder entra pela terra a dentro

chuva, chuva que paira no ar
que não nos deixa sossegar
com essa chuva que com o vento
é por vezes de assustar

chuva, chuva que paira no ar
não tenho medo, mas por momentos impressão
é impercionante
como acontece tão derrepente

chuva, chuva que paira no ar
chuva que depressa chega
mas devagar vai
espero que desapareça depressa
mas só o tempo o dirá o quanto tempo esta trovoada veio para ficar.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Quando a lua está lá no alto a olhar para mim e o sol se põe

O sol se põe. A noite chega. A estrada molhada. Chuva intensa. Frio gelado espreita pela janela. Chego a casa. O conforto avança. A cama quente. Os olhos fecham-se. O sonho começa. Os problemas esquececem-se que não são nenhuns também, pelo menos diretos. O sonho que se espalha pela minha cabeça música que, ouvi antes de dormir na tv entra na minha cabeça e não pára de tocar. Xutos e Pontapés era o que ouvia. O som. O barulho. As palmas. Sucessos atrás de sucessos. Grande banda portuguesa pelos para mim. Das melhores sem dúvida. Acalma. Adormeço. Perco-me pelos meus sonhos. Que são tão belos que espero que nunca acabem. Sequenciais. Rir, chorar, amar, pensar, cantar, imaginar, poesia, noites ao luar, sentimentos de dor, tristeza, alegria, de tudo um pouco, amizade construida, sólida.
Pessoas que não gosto, tipo gosto de toda a gente não desejo mal a ninguém, mas há uma pessoa que me irrita e infelizmente ainda está nos meus sonhos, não lhe quero mal mas só o riso dela dá cabo de mim.
Adoro a minha família. Adoro os meus amigos. São poucos mas bons. Contam-se pela ponta dos dedos.
Amo a vida. Sou feliz e o sol ainda vai lá no alto. Vou andar daqui a pouco. Adoro e faz tão bem. E acalma e até o sol se por ainda vai acontecer muito mais coisas e só há meia-noite é que acaba o meu dia, hoje de certeza é mesmo quando o sol se põe. Quando a noite se entrega e vai a meio. Quando a lua está lá no alto a olhar para mim e o sol se põe.



Não vale a pena

Não vale a pena
pensar no amanhã
essa palavra pequena
mas com a incerteza do hoje

não vale a pena
mentir, negar ou arrepender-mo-nos
o mal já está feito, e,
o perdão
vem com o tempo
pode ser hoje ou não

não vale a pena
quando sabemos que o que fizemos
hoje, não volta atrás
pode ser até que seja passageiro
e podemos até que esquecermos
as palavras ou os atos ditos
e tudo isso pode ser apagado
e ficarmos com os olhos cheios de lágrimas
mesmo que no nosso coração
não se esqueça
o caminho que fizemos e fazemos
pode ser linear ou não
não quer dizer que seja bom ou mau
apenas tem fazes
repletas de emoção!


Escrevi este poema no Domingo a 11-11-2012

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Gata silenciosa

Entra a noite de rompante
silenciosa e chuvosa
entra a noite de repente
com uma adjectivação quente

entra a noite à espera que se abra o luar
entra a noite com tudo o que tem para me dar

entra a noite inqueta e glamorosa
onde me sinto como uma gata silenciosa

entra a noite sem espera
só espera pela lua que está pronta para entrar
entra a noite que impera
no brilho do meu olhar

entra a noite que se move silenciosa
entra a noite que respira sem parar
entra a noite que se entrega ao som do silêncio
entra a noite assim infinitivamente harmoniosa!