quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Palavras ausentes





















Palavras
que não têm vindo,
palavras
que não são amargas,
doridas, tristes,
pesadas,
inconformadas,
ou incertas,
sem rumo,
sem direcção,
ou que partem o meu coração,
não não têm vindo palavras tristes,
são alegres,
com direcção,
com rumo,
como uma viagem,
que tem encontro marcado,
que tem um momento inesperado,
que são felizes,
as palavras,
e sou feliz eu,
que depois da tempestade
vem a bonança,
ou a esperança,
de um mundo melhor,
de uma vida colorida
como sempre sonhei,
espero esse sonho,
e que até é real,
e espero que tudo continue igual,
mas espero sobretudo ser feliz,
com ou sem alguém ao meu lado,
só quero ser feliz,
poder dizer ao mundo
que amo a vida,
e lá no fundo amo mesmo
já que me trouxe tantas coisas boas,
por isso tenho de agredecer a Deus por isso,
pelas coisas boas que me trouxe,
amigas especiais,
e um novo mundo há minha espera
e a verdade é que sempre fui eu
e sou feliz porque sempre fui verdadeira,
sincera, porreira,
e eu nunca vou mudar,
e quem me quiser aceitar,
é bem-vindo,
quem não quiser vai à sua vida,
porque não tenho pachorra para fazer mudar as pessoas,
as pessoas que mudem por si,
e sigo o meu caminho,
vivendo um dia de cada vez
e há espera do amanhã!