sábado, 23 de outubro de 2010

Das noites frias


Das noites frias
como a morte
não sinto por vezes
a sorte

Das noites frias
como gelo
sinto por vezes
o desmazelo

Das noites frias
chega a calma
por vezes arrepia
como é a minha alma

Das noites frias
que não me deixam dormir
das noites frias
que só me apetece cair

Das noites frias
onde a minha pele fica arrepiada
das noites frias
onde o calor da noite já não existe nada

Das noites frias
sem luar
queria-te para me aqueceres
queria-te para me amares

Das noites frias
sente-se a solidão
das noites frias
sente-se perto a morte no chão!

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