domingo, 16 de janeiro de 2011

Não sei mais de ti, nem quero saber

Não sei mais de ti, nem quero saber. És ódio puro aconteça o que acontecer. Ódio puro nem tanto, talvez ódio e pronto. nunca vou conseguir odiar ninguém para sempre. Pode ser algum tempo. Mas para sempre não. És história, és passado. És quase sem sabor. És sem chama que se apagou e agora é gelo. És tinta preta manchada no meu corpo. Corpo esse que nunca chegou a tocar no teu. Imaginei um quadro a cores, mas saíu-me a preto e branco. És cara ou coroa? Mas sei que já não és nem cara nem coroa. Nem és pão nem és manteiga. Nem és meu mas és de outra. Porque me fizeste isto? Porque deixas-te partir o meu coração? Porque me levantei eu então? Sabes porquê? Porque eu não vou de desistir de lutar pela minha felicidade. Há mais homens na Terra para além de ti. Foste uma coincidência. Infelizmente não foste uma coincidência qualquer. Foste o Carlos. Foste aquele que eu imaginei que poderia entrar no meu mundo como se fôsse um mundo perfeito. Mas claro a vida não é um mar de rosas. O Amor já não existe mais, podia ser pouco, mas sentia-o em palavras, e por palavras acabou. Tratas-me como lixo. Trastas-me como trastas todas as outras. Tu partis-te para outra e eu vou continuar a sonhar com o meu mundo perfeito. Porque eu não escorri lágrimas por ti. Foste a primeira pessoa por quem eu senti algo, mas pelos vistos tu mentis-te não sentis-te nada. Foi mentira. Acabou como começou, por palavras.

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